Quando pensamos em saneamento, é comum associarmos o tema apenas à infraestrutura. Mas, na prática, ele está diretamente ligado à saúde, à preservação ambiental e à qualidade de vida de milhares de pessoas.
Há um aspecto, porém, que muitas vezes passa despercebido: cuidar das comunidades que vivem em áreas de proteção ambiental também significa proteger os recursos naturais.
A Aldeia Guarani Krukutu (Tekoa Krukutu) está localizada no extremo sul da cidade de São Paulo, na região de Parelheiros, às margens da Represa Billings. Integrante da Terra Indígena Tenondé Porã, a comunidade está inserida em uma das áreas mais preservadas de Mata Atlântica da capital paulista, desempenhando um papel importante na conservação dos mananciais que contribuem para o abastecimento de água da cidade.
Foi nesse território que a ABB, a APS Soluções e a Biosaneamento uniram tecnologia e propósito para enfrentar um desafio recorrente: as frequentes interrupções no fornecimento de energia comprometiam o funcionamento da bomba responsável pelo abastecimento de água da comunidade.
A solução implantada modernizou o sistema de bombeamento com a integração de painéis solares e do inversor de frequência híbrido-solar ACQ80. O resultado foi um sistema mais eficiente, automatizado e resiliente, capaz de manter o abastecimento de água mesmo em situações de instabilidade na rede elétrica.
Mas o impacto do Projeto Krukutu vai além da própria aldeia. A experiência reforça a atuação da Biosaneamento em soluções de acesso à água em comunidades indígenas. Paralelamente ao Projeto Krukutu, a Bio também desenvolve, por meio do Projeto Água Segura em parceria com a Grundfos, iniciativas em outras aldeias da Terra Indígena Tenondé Porã. Até o momento, duas aldeias já foram atendidas e há proposta para outras três, ampliando o acesso à água por meio de soluções adequadas às necessidades de cada comunidade.
A Biosaneamento desenvolve ações de saneamento em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas em diferentes regiões do Brasil, onde o acesso à energia elétrica muitas vezes é limitado ou instável. Nesse contexto, tecnologias como essa representam uma oportunidade de ampliar o acesso contínuo à água e de replicar soluções adaptadas às realidades locais.
Ao fortalecer as condições para que comunidades tradicionais permaneçam em seus territórios, iniciativas como essa também contribuem para a preservação dos ecossistemas e dos recursos hídricos que beneficiam toda a sociedade.
O Projeto Krukutu demonstra que inovação não está apenas na tecnologia. Está na capacidade de conectar conhecimento, parcerias e propósito para criar soluções que podem transformar comunidades e inspirar novos modelos de saneamento em todo o país.
Quando pensamos em saneamento, é comum associarmos o tema apenas à infraestrutura. Mas, na prática, ele está diretamente ligado à saúde, à preservação ambiental e à qualidade de vida de milhares de pessoas.
Há um aspecto, porém, que muitas vezes passa despercebido: cuidar das comunidades que vivem em áreas de proteção ambiental também significa proteger os recursos naturais.
A Aldeia Guarani Krukutu (Tekoa Krukutu) está localizada no extremo sul da cidade de São Paulo, na região de Parelheiros, às margens da Represa Billings. Integrante da Terra Indígena Tenondé Porã, a comunidade está inserida em uma das áreas mais preservadas de Mata Atlântica da capital paulista, desempenhando um papel importante na conservação dos mananciais que contribuem para o abastecimento de água da cidade.
Foi nesse território que a ABB, a APS Soluções e a Biosaneamento uniram tecnologia e propósito para enfrentar um desafio recorrente: as frequentes interrupções no fornecimento de energia comprometiam o funcionamento da bomba responsável pelo abastecimento de água da comunidade.
A solução implantada modernizou o sistema de bombeamento com a integração de painéis solares e do inversor de frequência híbrido-solar ACQ80. O resultado foi um sistema mais eficiente, automatizado e resiliente, capaz de manter o abastecimento de água mesmo em situações de instabilidade na rede elétrica.
Mas o impacto do Projeto Krukutu vai além da própria aldeia. A experiência reforça a atuação da Biosaneamento em soluções de acesso à água em comunidades indígenas. Paralelamente ao Projeto Krukutu, a Bio também desenvolve, por meio do Projeto Água Segura em parceria com a Grundfos, iniciativas em outras aldeias da Terra Indígena Tenondé Porã. Até o momento, duas aldeias já foram atendidas e há proposta para outras três, ampliando o acesso à água por meio de soluções adequadas às necessidades de cada comunidade.
A Biosaneamento desenvolve ações de saneamento em comunidades indígenas, quilombolas e ribeirinhas em diferentes regiões do Brasil, onde o acesso à energia elétrica muitas vezes é limitado ou instável. Nesse contexto, tecnologias como essa representam uma oportunidade de ampliar o acesso contínuo à água e de replicar soluções adaptadas às realidades locais.
Ao fortalecer as condições para que comunidades tradicionais permaneçam em seus territórios, iniciativas como essa também contribuem para a preservação dos ecossistemas e dos recursos hídricos que beneficiam toda a sociedade.
O Projeto Krukutu demonstra que inovação não está apenas na tecnologia. Está na capacidade de conectar conhecimento, parcerias e propósito para criar soluções que podem transformar comunidades e inspirar novos modelos de saneamento em todo o país.